Carros e cortinas
No vão me encolho
O céu forma tempestades
E nenhuma gota cai
Calculo a sede
Parede e pó
O sol parece estar cansado
Contando o tempo
O tempo
Passa...Fechando a janela.
Sua poesia é leve e em todas elas descortinam-se conflitos existenciais que bem debulhas, grão a grão. Foi um prazer estar aqui nesses breves momentos conhecendo o" Avesso dos Ponteiros". Abraços Poéticos.
Impresionoume, de verdade. O intenso e sublime que pode ser, sendo tan curto e ó mesmo tempo tan sinxelo. Se me deixas, póñoo no meu Facebook. Gustaríame moito. Sempre dicindo que é teu, claro está.
Fénix. Gosto muito de tuas visitas e comentários. Obrigada. Pois, sempre me faz refletir. Claro que pode publicar no seu Facebook. Fica à vontade. Um abraço querido ;)
Bonito!! ;)
ResponderExcluirBjoo'o
Perfeito. Belo olhar da janela. Quanta coisa se ver, a sensibilidade a acariciar a superfície aveludada das coisas, um verdadeiro uni(verso).
ResponderExcluirSua poesia é leve e em todas elas descortinam-se conflitos existenciais que bem debulhas, grão a grão. Foi um prazer estar aqui nesses breves momentos conhecendo o" Avesso dos Ponteiros". Abraços Poéticos.
ResponderExcluirImpresionoume, de verdade. O intenso e sublime que pode ser, sendo tan curto e ó mesmo tempo tan sinxelo. Se me deixas, póñoo no meu Facebook. Gustaríame moito. Sempre dicindo que é teu, claro está.
ResponderExcluirFénix. Gosto muito de tuas visitas e comentários. Obrigada. Pois, sempre me faz refletir. Claro que pode publicar no seu Facebook. Fica à vontade. Um abraço querido ;)
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